Uma Aventura
nas Férias de Verão
Era
uma vez uma menina muito bonita, de olhos cor do mel, cabelo liso e apanhado, castanho escuro, e boca pequena, encarnada; quando estava alegre, um
sorriso enorme e brilhante como o sol, assomava no seu rosto de pele acetinada. Fazia uma trança com o seu belo cabelo, e usava flores naturais na primavera.
Certa
tarde, dirigiu-se à praia, e viu um peixe a saltar, muito aflito, fora da água.
A
menina, muito assustada, aproximou-se e ouviu:
-
Põe-me no mar! – implorou, quase sufocado – Não consigo chegar lá!
Ele
continuava saltando, saltando. A menina pegou-lhe e atirou-o para o mar. O peixe
disse-lhe:
-
Obrigado, quando precisares de alguma coisa, é só chamares por mim. - agradeceu.
A
menina respondeu:
-
Sim, eu farei isso, obrigado.
-
Não tens de agradecer, tu ajudaste-me, agora mereces uma recompensa. - disse o
peixe, confiante.
Nesse
instante, ouviu a mãe chamá-la. Então, virou-se para o peixe e disse:
-
Desculpa, eu tenho de me ir embora… A minha mãe está a chamar-me! Adeus! Amanhã,
podemos encontrar-nos, aqui, outra vez.
-
Sim, claro, então adeus! Até amanhã. - respondeu o peixe.
Quando
chegou a casa, a menina foi tomar banho, depois foi comer, e à mesa, disse aos
pais que tinha conhecido um amigo novo. Estes, como não sabiam que o amigo da
filha era um peixe, perguntaram:
-
Mas quem é? Já te dissemos para não falares com pessoas estranhas, não já?
-
Sim, mas foi só um peixinho, que estava a saltar, aflito, na areia, e eu fui
ajudá-lo e ficámos amigos. Amanhã, quando formos à praia, quero estar com ele.
-
Mas filha, amanhã nós não vamos à praia, vamos à piscina. - respondeu a mãe,
com uma voz suave e doce.
-
Mas eu já tinha combinado tudo com ele… – disse a menina, quase a chorar.
Levantou-se
da mesa, indisposta, porque tinha sido contrariada, e foi para o seu quarto
escrever uma história sobre os seus sentimentos. No dia seguinte, o peixe ficou
horas e horas à espera que a menina chegasse. Porém, a rapariga nunca mais
chegava.
Esta
história tem uma moral! Não devemos combinar nada com os outros, antes de
falarmos com os nossos pais.
Joana, n.º 13, 5.º CA Árvore da Sorte
Era uma vez uma menina chamada Joana.
Tinha quinze anos e, quando era pequena, perto dos cinco anos, o avô deu-lhe
uma semente de um carvalho, e sussurrou-lhe ao ouvido:
- Esta
semente, quando germinar, vai tornar-se numa árvore muito grande e bonita, que
te vai dar muita sorte. Joana achou aquilo um disparate:
- Acreditas
mesmo nisso, avô?
- Quando
cresceres vais ver, quero que cuides muito bem dela. - disse ele.
E
ela assim fez.
Anos
mais tarde, o seu avô faleceu; ela tinha treze anos, e ficou destroçada com
aquela notícia. A mãe de Joana não sabia que ela tinha uma árvore amiga, com
quem conversava, então Joana disse-lhe:
- Mãe,
acho que me esqueci do meu telemóvel, na floresta, quando fiz a minha caminhada
diária, posso ir lá?
- Está
bem, mas não demores.
- Ok,
mãe, até já.
Todos
os dias regava, cuidava e protegia a sua árvore, mas aquele foi um dia
diferente, a árvore é que parecia estar a tomar conta dela, como se estivesse a
protegê-la, mas teve de se ir embora...
Como
sempre, tinha de se preparar para ir para a escola.
Quando
chegou, estavam lá os rapazes de sempre a gozar com ela, pela sua maneira de
ser, mas ela não ligava. Eles começaram a caminhar ao seu lado, até que um
lhe passou uma rasteira.
Joana
caiu, toda a gente se estava a rir dela, mas, de repente, calaram-se e o rapaz
que gozava com ela, o Bruno, ajudou-a.
Ela
ficou muito baralhada, por isso correu o mais rápido que pôde até à sala, pois
queria pensar no que tinha acontecido.
É
óbvio que, naquela altura, ela tinha uma aula, e durante a aula aconteceu algo
maravilhoso, porque a professora ia dizer os resultados dos testes. Joana
tirava boas notas, mas era muito má aluna a História. Pensou que ia tirar
negativa, mas tirou uma nota bem alta, um 91% era muito bom!
Ela
contou tudo à sua melhor amiga, que lhe disse:
- Foi
só uma questão de sorte, não parece nada de especial.
- Eu
acho que é algo mais... – disse Joana, a pensar porque seria tudo aquilo.
Quando
acabaram as aulas, ela apercebeu-se de que tinha uma folha da sua árvore no
bolso, e isso, de repente, fê-la lembrar do que o avô lhe dissera, há muito
tempo, e refletiu. O seu avô tinha razão, a árvore dava mesmo sorte.
Ficou
toda atrapalhada e foi diretamente ter com a árvore.
Quando
chegou ficou de boca aberta a olhar para as raízes da árvore, porque elas formaram
o nome do seu avô, que se chamava Rui. Percebeu que o avô queria, quando
morresse, que ela tivesse uma boa recordação dele e que tivesse muita sorte
também.
A
vida de Joana melhorou muito. Começou a namorar com Bruno, a mãe dela superou a
morte do pai e a partir daí ela teve sempre o avô ao seu lado a ajudá-la.
Raquel,
5.º B, n.º 15
O Canguru Matias
Olá! Eu sou o Matias. Sou um canguru. Hoje, dia 15
de setembro, é um dia muito especial para mim, porque faço 10 anos. Nós, na
Austrália, fazemos grandes festas de aniversário.
Estou ansioso para que a minha festa comece, pois há
algum tempo que não vejo: o coala Bernardo, a cacatua Joana, e o meu melhor amigo,
o pelicano Fernando. Ninguém ouve os meus pensamentos, porque eu falo comigo
mesmo.
Passadas algumas horas, já estavam todos na festa
do Matias. Na mesa havia muitas variedades de ervas, folhas de arbustos e
pequenas árvores.
No entanto, quando o canguru Matias estava a
brincar com as velas do seu bolo de aniversário, saltou uma chama, e começou um
incêndio.
Ficaram todos em pânico! O fogo começou imediatamente
a expandir-se… O pequeno Matias sentia-se culpado.
- Se eu não tivesse brincando com o fogo, isto não
teria acontecido… - lamentava-se.
- Por isso é que ninguém deveria brincar com o fogo.
– disse a cacatua Joana.
- Olhem, vejam, está ali uma coisa com uma carapaça
de tartaruga, uma fatiota vermelha, e uma cobra de água! – exclamou o Matias
espantado.
- Aquilo não é uma carapaça de tartaruga! Aquilo é
um chapéu… A fatiota vermelha é a roupa que eles usam… A cobra de água é uma
mangueira, e eles não são coisas! São bombeiros! – explicou o coala Bernardo.
Algum tempo depois, o fogo estava apagado. Porém, o
Matias tinha ficado ferido. Os veterinários decidiram levá-lo. Permaneceu cinco
meses internado.
Quando regressou a casa estava tratado. Os pais e a
irmã ficaram muito contentes. Já podia ir brincar com os seus amigos.
Certo dia, estavam a jogar futebol, quando a bola
saiu do campo. O canguru Matias foi apanhá-la e viu uma bela fêmea canguru.
- Como te chamas? - perguntou o Matias.
- Chamo-me Lúcia. – respondeu ela.
E naquele momento começaram a namorar. Desde aquele
dia em diante, foram uma família muito feliz. Tiveram três filhotes: a Maria, o
João e o Manuel.
Leonor Coimbra, n.º 9, 5.º A
Uma aventura na Ilha
Esta pequena história fala de cinco
irmãos aventureiros: dois rapazes e três raparigas. A mais velha chamava-se
Maria João, um dos rapazes chamava-se Mário, o irmão do meio chamava-se Tomás,
a outra menina chamava-se Joana, e a irmã mais nova chamava-se Inês.
Preparavam-se para ir de férias, de
barco, sem dizerem nada aos pais. O destino era uma ilha, bem longe, perto dos
Estados Unidos. Porém, como o barco era velho, surgiu uma onda gigantesca e o
barco partiu-se no meio do mar.
O problema era grande! A Inês e o Tomás
não sabiam nadar! Mas, por sorte, os outros nadavam muito bem, conseguindo
ajudá-los. E, assim, se salvaram! Mas não ganharam para o susto!
Quando chegaram à ilha, os irmãos
aventureiros procuraram um pequeno hotel, mas só tinham dinheiro para uma
semana, e sentiram-se aflitos… Nessa altura, caíram em si… O irmão mais velho,
o Mário, tinha guardado o telemóvel numa capa, à prova de água, e ligou para o
pai, que, depois de lhes ter ralhado e recomendado para não saírem daquele
hotel, foi ter com eles, no primeiro avião.
O pai deles jogava o “Euromilhões”. No
momento em que tinha ido verificar quem ganhara o jogo, anunciaram que tinha
sido ele o vencedor!
O homem ficou radiante!
Antes, nem dinheiro havia para pagar o
bilhete de regresso a casa… Os seus cinco filhos ficaram felizes, de tal maneira
que a Inês gritou:
- Estamos ricos!
O seu pai disse:
- Não, filha, nós ainda não estamos
ricos, porque o dinheiro ficou com a mãe! Ela é que está em Portugal!
A Maria João chamou o pai e exclamou:
- Pai, tu nem vais acreditar, a mãe
chegou aqui para nos vir buscar! Recebi agora uma mensagem dela no telemóvel.
Já vem a caminho do hotel!
- Boa! Mas, então, agora vamos para
casa. Pode ser? – perguntou o pai.
- Sim, claro, pai! – responderam os
filhos.
No dia seguinte foram para casa, e
viveram sem nenhum problema financeiro, pois o pai teve muita sorte no jogo. Ah!
E prometeram aos pais que nunca mais se meteriam noutra aventura daquelas!...
Miguel, n.º 12,
5.º B
A História Do Homem Que Começou a
Há muitos, muitos anos, um escritor escreveu uma
história sobre um homem que começou a gostar do Natal.
Nesta história, existia um senhor, chamado António,
que não tinha amigos e nunca sorria. Como não gostava nada do Natal, quis roubá-lo
à sua cidade. Inventou um plano maléfico: na noite de 24 de dezembro, decidiu
ir a casa de todas as pessoas da cidade. Até construiu um trenó e arranjou duas
renas, indo depois roubar, às ruas, a decoração alusiva ao Natal e, as
respetivas prendas, a casa dos habitantes.
Chegou à última casa, onde encontrou uma linda
menina, chamada Beatriz, que fizera uma armadilha para apanhar o Pai Natal! Porém,
em vez do Pai Natal, apanhou o António, que fingia ser o Pai Natal!
- Oh! Oh! Oh! - exclamou António.
- Por que é que puseste uma rede à volta da árvore
de Natal? - perguntou Beatriz.
- Faltava entregar uma prenda… – desculpou-se o
homem – depois vou pô-la no sítio outra vez!
- Está bem. - respondeu Beatriz.
- E, agora, volta para a cama. - ordenou.
Logo a seguir, Beatriz voltou para a cama, e
António desapareceu.
No dia de Natal, as pessoas acordaram e observaram,
admiradas, que não havia decorações de Natal. Tinham desaparecido… Ficaram a cismar
no que teria acontecido na cidade!?
Quando Beatriz viu aquela tristeza enorme, disse à
mãe que tinha sido a culpada. Esta perguntou-lhe porquê. Beatriz confessou que inventara
uma armadilha para ver o Pai Natal chegar... A mãe respondeu-lhe que não podia
ser culpa dela!
Quando António constatou que a cidade se fechara
numa grande desolação, arrependeu-se. Procurou a menina Beatriz e, juntos, recolocaram
as decorações nas ruas e repuseram as prendas em todas as casas. No fim, Beatriz
convidou-o para o jantar de Natal.
A partir desse dia, António deixou de ser uma
pessoa triste, passando a ser um homem feliz, sempre rodeado por amigos. Este dia
passou a ser muito especial e importante para ele, que nunca mais deixou de o comemorar.
Dinis Dias Silva nº 8 5º CTodos Juntos Vamos Lutar para o
Coronavírus Acabar!
Numa manhã de março, uma menina chamada
Soraia, acordou com muita energia para começar bem o dia, porque estava de
quarentena, devido ao novo vírus, chamado Coronavírus ou Covid-19. A Soraia
já tinha ouvido dizer coisas terríveis:
“Será que já não vai haver escola este
ano? Será que muita gente irá falecer? Será que juntos conseguiremos
ultrapassar isto?”
Contudo, Soraia era uma menina de
pensamento positivo! E respeitava as normas aconselhadas, tais como:
-Lavar as mãos com sabão durante vinte
segundos frequentemente.
-Não dar abraços nem beijos.
-Manter uma distância de segurança, entre
as pessoas, mais ou menos de um metro.
Quando Soraia soube que havia três
mortes em Portugal, ficou com medo, mas conseguiu superá-lo, porque ouviu com
atenção as seguintes palavras:
“Se nós realizarmos as normas aconselhadas, o
Coronavírus não nos vem visitar!”
Por este motivo, Soraia, com a ajuda
dos pais, fez uma história para as pessoas não saírem de casa!
A Soraia espera que o vírus passe rápido!
Na sua narrativa, havia uma linha com
estas duas frases:
“Portugal por todos e todos por Portugal!
Vamos unir-nos todos e o Coronavírus irá acabar!”
E com estas palavras confiantes, vamos
todos ter calma, e em breve voltaremos à nossa vida normal.
Laura Ferreira, 5º C
Uma Viagem de Mochila
às Costas
Era
uma vez uma menina chamada Sara, muito curiosa e aventureira. Certo dia,
resolveu pegar na mochila e colocar lá dentro apenas os bens essenciais, roupa
e calçado prático, artigos de higiene e alguns alimentos.
Dirigiu-se
à estação de comboios mais próxima. Comprou um bilhete, no comboio mais rápido,
para ir até França. O seu sonho, desde criança, era visitar a Disneyland, em
Paris.
Chegou
a Paris e, entre muito trânsito e confusão, conseguiu alcançar o parque. O
parque dos seus sonhos… Na entrada, os seus olhos brilhavam de tanta
felicidade, pois, finalmente, um dos seus sonhos de criança estava a acontecer.
Comprou
o bilhete e entrou. O dia tão esperado chegara! Havia tantas diversões que, ao
início, se sentiu muito baralhada. Nem sabia por onde começar, mas finalmente
iniciou a sua aventura.
Em
primeiro lugar, visitou o Pavilhão das Princesas, onde se podia tornar numa
princesa. Escolheu a Bela Adormecida, pois era a sua favorita. De seguida,
aproveitou todas as diversões que lá havia. Que dia tão intenso e cansativo!
Caiu
a noite, foi para o hotel descansar. No dia seguinte, era o dia de ver os
espetáculos no parque. Logo de manhã, levantou-se, bem cedinho, para ir ver os
espetáculos… E que espetáculos! Tanta luz, tanta animação, tanta cor, tanta
alegria! A Sara estava radiante. Feliz como nunca.
Esteve
no parque cerca de uma semana, a aproveitar todas as animações. A sua aventura
estava prestes a terminar, mas o seu coração estava cheio de felicidade.
Finalmente, um sonho de criança, havia sido realizado!
Chegava
o dia de regressar a casa. Pegou, novamente, na mochila e comprou o bilhete de
regresso, no comboio mais rápido. Quando entrou em casa, sentia-se tao feliz, que
nem sabia por onde começar a contar a aventura à irmã mais nova! Depois de lhe ter
narrado tudo sobre a aventura fantástica, disse à irmã:
“Um
dia vamos lá juntas!”
Camila
Silva, nº 4, 5º B
Um Tesouro Especial
Era
uma vez uma menina chamada Sara, muito curiosa e aventureira. Certo dia,
resolveu pegar na mochila e colocar lá dentro apenas os bens essenciais, roupa
e calçado prático, artigos de higiene e alguns alimentos.
Em
primeiro lugar, visitou o Pavilhão das Princesas, onde se podia tornar numa
princesa. Escolheu a Bela Adormecida, pois era a sua favorita. De seguida,
aproveitou todas as diversões que lá havia. Que dia tão intenso e cansativo!
Era
uma vez um menino, que vivia com a sua mãe, numa cabana, na floresta. Certo dia,
à tardinha, o rapaz foi passear o seu cão, pelo meio do bosque. Ao logo da
caminhada, avistou uma criancinha, muito magra, vestindo roupas rotas e velhas,
que parecia ser órfã e andar perdida. Resolveu segui-la. Viu-a entrar num
castelo em ruínas e, ao entrar atrás dela, constatou que mexia nas paredes,
como quem procurava alguma coisa.
-
Estou à procura de um tesouro! - exclamou a criança.
-
Posso ajudar? – inquiriu o rapaz, entusiasmado.
-
Claro que podes! – respondeu a criancinha miserável.
E,
assim, começaram a aventura. O cão também participava. Após virarem o castelo de
pantanas, interiormente, decidiram procurar lá fora. Mexeram em todos os sítios,
investigaram por todo o lado, até encontrarem uma passagem secreta. Ao entrarem
nela, atravessaram-na e depararam-se com uma sala enorme e vazia. Numa das paredes,
estava escrito um aviso, que dizia o seguinte:
“Quem
chegou até aqui teve de ser esperto e astuto, por isso merece o meu tesouro, um
tesouro especial, do rei D. Manuel”
Continuaram
a procurar o tesouro, mas foi o cão que o encontrou, do outro lado da parede.
No
regresso a casa, o menino perguntou à criança perdida se queria ir viver com
ele. A criança aceitou e, ao chegarem a casa, contaram aquela aventura à mãe, e
ofereceram-lhe o tesouro. A mãe utilizou-o para comprar uma casa, e os quatro
viveram felizes para sempre.
Sebastião Ferreira, nº 17, 5º B
A Carolina e a sua Cadela
No
dia 10 de maio, Carolina festejaria o seu aniversário, para o qual convidara
muitos amigos. A mãe, para a distrair, disse-lhe que fosse buscar a trela da
cadela e desse um passeio com ela. Passearam pelo parque, pela Zona de Lazer, entraram
no café dos avós, e andaram por outros lugares.
Carolina
foi, primeiro, à Zona de Lazer, onde deixou a cadela brincar à vontade, no belo
campo verdejante, durante algum tempo. Colheu, aí, algumas flores, para levar
aos avós, que visitaria. Seguiu até ao café. Pediu à avó uma água fresca,
porque vinha cansada de tanto andar… E tinha uma sede tremenda!
-
Avó, como tem corrido o teu dia? E o teu, avô? – perguntou.
-
O nosso tem corrido bem. – responderam os avós – E o teu? Hoje é o teu
aniversário! Logo há festa!
-
O meu também! Sim, a festa é logo! Agora vim passear a cadela e lembrei-me de vos
fazer uma visita. Trago-vos estas lindas flores, que apanhei, com muito carinho,
na Zona de Lazer… - disse Carolina, entregando-as à avó.
- Oh! Minha querida neta! Obrigada pelo
lindo ramalhete que apanhaste! São lindas e cheirosas, estas flores… - respondeu
a avó, muito feliz.
-
Então até logo! Tenho de me ir embora!... – exclamou Carolina.
Agradeceu
aos avós, a água fresquinha, e dirigiu-se ao parque canino. Aí, viu os cães com
os respetivos donos. A sua cadela foi brincar com eles, pois estavam num parque,
e Carolina aproximou-se das senhoras que, ali, passeavam os seus caninos.
Afinal, conheciam-se… Eram suas amigas. Conversaram durante algum tempo,
enquanto os cães brincaram. Entretanto, as amigas foram embora, sem dizerem adeus
a Carolina.
-
Para onde foram todas? Que estranho!… - exclamou, indignada.
A
mãe ligou-lhe a pedir que regressasse, porque estava a ficar tarde. Ela chamou
a cadela, pôs-lhe a trela e foi para casa. Ao chegar viu muitos carros e desconfiou…
Foi ver se já tinham chegado as amigas, que havia convidado, mas não estava lá
ninguém. Porém, assim que entrou em casa, ouviu:
-
Surpreeeeeesa… Carolina! – exclamaram em coro as amigas e a família.
-
Eu deixei de vos ver, no parque! Pensei que tivessem ido para vossas casas… - disse
Carolina, admirada.
-
Não! Nós viemos para a tua festa de anos, e por isso é que não te dissemos nada!
Porque era uma surpresa! – responderam as amigas.
Foram
brincar, cantar os parabéns e bater na pinhata, que a mãe tinha feito. De noite,
as amigas foram embora, mas desta vez despediram-se.
-
Obrigada, por terem vindo à minha festa de anos… - agradeceu Carolina.
-
Obrigada dizemos nós, por nos teres convidado! – responderam as amigas.
-
Adeus! Até amanhã! - disse Carolina.
-
Tchau e continuação de um grande dia de aniversário!
Enquanto
Carolina vestia o pijama, cansada da sua festa de aniversário, a sua cadela
olhava-a, orgulhosa, por ter o privilégio de a ter como sua dona e como melhor
amiga.
Tito
Lopes, nº 18, 5º A
A Família
que Enriqueceu
Era
uma vez uma família que era pobre. O filho mais velho chamava-se Francisco, tinha
dez anos, e a filha mais nova chamava-se Josefina, tinha seis anos.
O
filho mais velho tinha ido dar uma volta de bicicleta, quando encontrou um
menino da idade dele, muito rico. Perguntou-lhe:
-
Como te chamas?
-
Eu não falo com pessoas que cheiram mal e têm a roupa rasgada como tu…. Sabes?!
– ripostou o menino rico.
-
Um dia vais-te arrepender! – disse o menino, triste e choroso.
O
Francisco ia para casa quando, no caminho, encontrou um palácio gigante e
decidiu entrar. O rei e a rainha estavam a chorar porque, naquele dia, a sua
filha que desaparecera, fazia nove anos.
O
menino pobre perguntou-lhes o que tinha acontecido. O rei contou-lhe que a sua
filha tinha desaparecido e, naquele mesmo dia, fazia nove anos. A quem a
encontrasse, ele ofereceria três mil milhões de euros.
No
dia seguinte, o menino encontrou a filha do rei. Estava fechada no alto de uma
torre, cercada por heras. Resgatou-a e levou-a para o palácio sumptuoso. Porém,
ao chegar, percebeu que o menino rico era filho do rei. Este cumpriu a sua
promessa. Entregou o dinheiro prometido ao Francisco, que foi para casa, e
assim a sua família viveu feliz para sempre.
O
filho do rei arrependeu-se da forma como falou com o Francisco, pediu-lhe desculpa,
e ainda hoje são grandes amigos.
Dinis Simões, nº 5, 5º B
O Cavaleiro Encantado
Era
uma vez uma princesa chamada Juliana, que adorava passear pelas terras do pai.
Apanhava flores e brincava com os animais. Tinha de dar uma volta, por lá,
todos os dias.
Certo
dia, lá foi ela toda contente, desta vez queria descobrir novos caminhos. Sendo
muito inteligente, tinha um truque: por onde passava, deixava sempre pedrinhas
brancas, para não se perder na volta.
Era
a hora de almoço e ela ainda não tinha aparecido em casa. Os pais já estavam a
estranhar e mandaram os guardas procurá-la. Eles assim fizeram, mas voltaram
sem encontrar sinal da princesa.
Então
foram os pais procurá-la. Como sabiam o truque da filha, viram logo que aquelas
pedras brancas lhes indicariam o caminho. Então, seguiram-nas e, mais à frente,
ouviram alguém gritar socorro. Assustados, aproximaram-se mais, vendo um grande
incêndio!
O
pai interrogou:
-
Está alguém do outro lado deste fogo?
-
Sim está! Sou eu! A tua filha! Ajuda-me por favor! - respondeu a princesa,
muito alarmada.
-
Vamos ajudar-te! Filha, tenta manter a calma… - disse o pai.
O
rei pediu a alguns guardas que começassem a colocar terra em cima do fogo e, a
outros, ordenou que fossem buscar carroças munidas com água.
Nada
feito… Pois era um grande incêndio…
Uns
minutos depois, passou naquele local um cavaleiro, montado num belo cavalo branco e lustroso. Escutando alguém a chorar, e ao ver que havia fogo, aproximou-se do
rei e informou-se do que se passava. Ao ouvir os lamentos do rei e o choro da
princesa, não aguentou mais. De imediato, tirou a roupa, ficando só em cuecas! Rompeu
pelo meio das chamas e trouxe-a ao colo.
Quando
apareceu com a princesa ao colo, os pais, os guardas e o resto das pessoas que
estavam no local ficaram de boca aberta a olhar. Os guardas continuaram a
tentar apagar o fogo e lá conseguiram, depois de muitas horas de trabalho árduo.
O
rei recompensou o cavaleiro, oferecendo-lhe a filha em casamento e um terreno
extenso, que seria para construir a casa de ambos.
O
cavaleiro nunca pensou ser tão bem recompensado! Ele gostava da princesa a
princesa gostava dele, por isso faziam um belo par! Mais tarde, quando a casa
estava construída e já tinham filhos era uma alegria! E assim viveram juntos a
sua vida toda.
Gabriel Fazenda, nº 9, 5º CUma História Complicada
Há
muitos, muitos anos, num reino distante, existiu uma princesinha chamada
Mariposa. Ela vivia muito infeliz, no seu castelo. A mãe tinha morrido e o pai,
fingindo-se autoritário, queria que fosse ela a tomar as decisões do reino.
Além disso, logo à nascença, escolhera com quem Mariposa iria casar. A princesinha
já tinha conhecido esse rapaz, considerando-o muito cruel e ambicioso.
Todos
os dias, a pequena princesa, estava horas e horas a olhar para o rio, angustiada,
e a contar-lhe as suas tristezas.
Certo
tarde, apareceu, naquele sítio, uma pobre menina chamada Marisol. Ela ia divertir-se
a atirar pedras ao rio. Ao ver a princesa, reparou como ela estava triste. Foi
ter com ela e apresentou-se:
-
Olá!
Eu sou a Marisol. E tu como te chamas?
-
Olá!
Sou a Mariposa. – retorquiu a princesa.
-
Reparei
que estavas triste. – afirmou a menina – O que é que se passa contigo?
-
Olha…
Acontece que o meu pai quer que eu me case… Mas com um rapaz de quem eu não
gosto nada! Porque é cruel e ambicioso… Além disso, a minha mãe faleceu, e ele
agora quer que seja eu a tomar as decisões do reino… - confessou a princesa,
suspirando.
-
Compreendo!... Mas…
Não te preocupes com isso… Verás que, com calma, convences o teu pai a
deixar-te escolher com quem desejas casar! E, em relação às decisões do reino,
podes tomá-las de maneira a serem a teu favor! – aconselhou Marisol, sorridente.
-
Acho
que tens toda a razão! Obrigada pelo teu conselho! E… Mudando de assunto, pois este
está encerrado, fala-me um pouco sobre ti! – pediu Mariposa.
-
Vivo
na aldeia com a minha família… Os meus pais estão desempregados… - lamentou-se
a menina pobre.
Ficaram
horas a fio a conversar. Todos os dias se encontravam ao pé do rio para
conversarem um pouco, acabando por se tornar melhores amigas.
Uma
das tardes, foram caminhar pelo bosque. Durante
o passeio, a princesa mostrou um sítio especial à amiga. Era o local onde ela
ia quando estava triste. Existiam fontes, cascatas, um pequeno rio e uma casinha
construída numa árvore. Era lindíssimo aquele lugar. Sentaram-se à beira do
rio.
Enquanto
ouviam o som da água a escorrer pelas cascatas abaixo, e a saltitar nas pedras
do rio, surgiu um som esquisito… Puseram-se à escuta. Vinha da casinha na árvore.
Andaram, lentamente, até lá. Entraram, mas não estava ninguém. Parecia uma
autêntica casa de bonecas!
Pouco
tempo depois apareceu uma fada. Mariposa e Marisol, assustadas, gritaram em
coro:
-
AAAhhhhh!
-
Não se assustem! – exclamou a fada – Chamo-me Mélanie! Não vos quis assustar!
-
Olá, Mélanie! Eu sou a princesa Mariposa e esta é a minha amiga Marisol.
Passaram
alguns anos, e, durante esses anos, Mariposa convenceu o pai de que, o rapaz
que ele tinha escolhido para com ela casar, era muito cruel e ambicioso.
Mariposa,
Marisol e Mélanie formaram um reino de solidão e comunhão com a natureza:
ajudavam os animais, plantavam e regavam as plantas, recolhiam o lixo e muito
mais… Todos os aldeões podiam juntar-se àquele grupinho de comunhão com a
natureza.
Certo
dia, tudo mudou. Os encantos da natureza pareciam ter desaparecido. Surgia, no
castelo, uma feiticeira terrível, com o objetivo de se apoderar do reino. As
três amigais juntaram-se para a deter. Existiram muitos avanços e recuos nessa
batalha!
A
certo ponto, já cansada, a fada Mélanie lembrou-se que, no mundo das fadas,
havia um pó mágico, perfeito para a derrotar e foi lá buscá-lo! Quando chegou,
todas juntas, lançaram-no sobre a feiticeira. Esse pó, maravilhoso, transformou-a
numa linda e simpática princesa. E a feiticeira, que passou a ser princesa,
tornou-se também uma das melhores amigas. Ao
longo das suas vidas, as quatro amigas desenvolveram imensos projetos de ajuda
à Natureza.
Bruna, 5º C
Certa noite escura e chuvosa de inverno, um grupo de jovens estava a chegar à Filarmónica, onde ia ter aulas.
De
repente, chegaram dois carros velozes, cinzentos e modernos, vindos na sua direção, e pararam
à frente do grupo.
Chamaram-nos,
de dentro de um carro, para lhes perguntar onde é que se situava o banco mais próximo.
Depois da explicação dos jovens, os homens puxaram-nos para dentro do respetivo
carro e dirigiram-se, a alta velocidade, ao Banco Municipal.
Quando
chegaram ao banco, o grupo de jovens, ao ver o carro parar, não hesitou e saiu
do carro apressadamente. No entanto, não estavam a compreender nada do que se
estava a passar...
Curiosos
e inocentes, deram uma espreitadela ao outro carro, que estava parado ao lado, e
viram que os adultos tiravam pistolas de uma mala. De imediato
perceberam que eram ladrões, e que os iriam usar para assaltar o banco!
Nesse
momento, fugiram o mais rápido possível e ligaram à GNR. Os guardas vieram logo e conseguiram prender os ladrões.
Os
jovens regressaram à Filarmónica, contando aos outros o que se tinha passado,
muito satisfeitos com o destino dos ladrões, com o desenrolar da ação e,
principalmente, por não lhes terem feito mal.
Nos
dias de hoje, todo o cuidado é pouco!
Afonso Silva, nº 1, 5º C
O Golfinho Mágico
Era uma vez uma menina que se chamava
Matilde. Ela tinha o sonho de nadar com golfinhos. Desde pequena, ela
adorava-os. Observava-os no oceanário, nos desenhos animados e, até na escola,
pensava neles. Matilde passava o tempo a sonhar com golfinhos. O quarto dela,
em Ansião, parecia um mar, pois tinha um aquário desenhado na parede, com muitos
peixes, de muitas espécies, e sobretudo golfinhos. E outra coisa muito
importante. Matilde nascera nos Açores, na ilha do Faial, daí a sua atração por
aqueles cetáceos amistosos.
Chegaram as férias de verão, os pais
da menina resolveram visitar a família. Seriam quinze dias passados no Faial,
em casa dos avós. Matilde andava feliz da vida. Até que chegou o dia da partida
e foi uma grande alegria.
Matilde ia à praia com os pais todos
os dias. Certo dia atravessaram o canal, no ferryboat, e foram à ilha do Pico. Estava
um agosto maravilhoso, tranquilo e o vento era uma suave brisa encantadora. Matilde
viu alguns golfinhos no mar. Saltavam e brincavam, davam cambalhotas, ela
estava fascinada.
Na pequena praia pedregosa e negra, a
bandeira estava verde e a água azul e brilhante, muito quentinha. A menina foi
nadar no mar, numa piscina natural, onde havia imensos cardumes, mesmo à sua
volta. Entretanto, viu qualquer coisa a saltar, lá de dentro, ao pé dela, na
água. Era um corpo, escuro no dorso, e clarinho no ventre. Devia medir um metro…
Tinha um bico fino… E mostrava uns dentes sorridentes fora de água!
- Será que és um golfinho? - perguntou
a menina, curiosa e admirada.
Era mesmo! Tratava-se de um golfinho-bebé
que se aproximara da costa. Vinha conversar com ela. Mostrando uns dentes afiados
e pequenos, dos quais se envaidecia. Disse, com delicadeza:
- Olá!
- Olá golfinho, tu falas? – interrogou
Matilde.
- Claro que sim! Estou aqui a falar
contigo!
- Por que motivo é que tu falas? Os
golfinhos são muito engraçados, divertidos, inteligentes, mas nunca vi nenhum a
falar!
- Porque sou mágico! Vou-te mostrar… Anda!
Vem daí comigo!
Foram os dois para debaixo de água.
O golfinho mágico soprou e fez uma
bolha de ar para a menina respirar.
Depois do passeio, o golfinho
ofereceu um búzio a Matilde e disse-lhe:
- Sempre que precisares, onde quer
que estejas, toca para mim. Eu venho ter contigo à praia para conversarmos e
vivermos outras aventuras como a de hoje! Virei assim que tu me chamares!
E cada um foi para a sua casa, com a
promessa de voltarem a encontrar-se
Victoria, 5º A
Apocalipse 1
Nova York, 17 de abril de 2021. A doença “Coronavírus” ainda não foi
resolvida. Não há cura! Porque as pessoas não respeitaram as regras do
isolamento social, não ficaram dentro de casa, não houve higiene nem limpeza, e
o pior aconteceu. Agora o mundo está cheio de medos, de mortos, e, em breve, de
mortos-vivos!
Emmet, um cientista americano, entra no
seu laboratório, interrogando o colega:
- Então, já encontraram uma cura para o
vírus?
- Infelizmente não… Mas…
descobrimos uma coisa incrível!
- O quê?
- Como reviver os mortos! Como dar-lhes
vida! Estamos à tua espera para o testar!
- Então vamos! De que estamos à espera?!
Alguém coloca um corpo, sem vida, dentro
de um tubo de vidro azul e prepara algo para lhe ser injetado. É um líquido
verde.
- Vamos a isto! - disse Emmet.
O líquido verde foi injetado no
corpo. Fecharam o tubo.
Nova York, 17 de abril de 2023. Dois anos
depois. Vê-se uma fogueira acesa, numa praia deserta. Estão seis pessoas à
volta dela.
- Acham que somos os únicos seres humanos
vivos? - diz um rapaz, que veste um casaco cinzento. Chama-se Maxim.
- Como assim? - pergunta uma rapariga de
casaco amarelo, rasgado ligeiramente no ombro esquerdo, de nome Kelly.
- Que não se tornaram zombies... – respondeu-lhe
Maxim.
- Tenho um pressentimento que não! Amanhã,
vamos à cidade investigar. - disse um homem de colete preto e camisola
azul, com barba longa, de nome Andrew.
No dia seguinte, já na cidade. Há mesmo zombies!
Estão a arrastar-se por todo o lado. Ouvem-se tiros. Os seis amigos dispararam
contra eles, porém ficaram sem munições. De repente, vinda do nada, aparece à
frente deles uma granada, fazendo uma violenta explosão de sangue verde.
Os amigos viram-se para trás e reparam num
homem e numa mulher…
Continua... (Talvez de uma forma menos
violenta! Porque os finais felizes existem!)
Apocalipse 2: Os dois irmãos
Nova York, 17 de abril
- Quem são vocês? - perguntou um homem
negro, com fato de piloto de avião, chamado Ford.
- Eu sou o Adam e esta é Eve. - respondeu
Adam, um homem com uma camisola com as mangas rasgadas.
- Pensávamos que éramos os últimos
seres humanos, e quando vos vimos, ali, percebemos que tínhamos de vos
salvar e depressa. -afirmou Eve, uma mulher de camisola branca rasgada na
barriga e casaco castanho, com uma pequena mochila às costas.
- Certo. Importaste que faça uma
pergunta? - questionou uma mulher com um colete laranja, calções azuis,
chapéu laranja e óculos de atirador ao peito, chamada Misha, irmã de Maxim a
Eve.
Eve abanou a cabeça, dizendo que sim.
- O que tens nessa mochila? - perguntou
Misha.
- Nós temos juntado pesquisa, pois pretendemos
descobrir uma cura para os zombies, mas... Não sei... Parece que há algo em
falta!?...
- Tive uma ideia! - disse Nikita, uma
rapariga de óculos, camisola branca e colete preto. - Mas vamos para o
abrigo.
- É seguro levá-los para o nosso abrigo,
Andrew? - perguntou Maxim.
- Sim. Vamos para os automóveis, antes
que cheguem mais zombies. - respondeu Andrew.
Os nossos heróis entraram nos
carros. Maxim e Kelly entraram num ferrari preto, Andrew, Ford, Misha e Nikita
num jipe do exército e Adam e Eve numa carrinha azul.
No abrigo.
Nikita, Adam e Eve estão numa velha casa
de madeira, enquanto os outros cinco estão à volta da fogueira, na
praia deserta, ao lado da mesma casa.
- Hmmmm... Acho que encontrei alguma
coisa! - gritou Nikita, contente.
- O quê? - perguntou Eve, curiosa,
enquanto ela e o irmão se aproximaram.
- Os zombies foram criados pela
doença do coronavírus, o que significa que talvez, se conseguíssemos recriar
a doença, os zombies fossem abaixo e voltassem a ser humanos! - afirmou Nikita,
mostrando um sorriso na cara.
- Sim, talvez, mas se isso acontecesse
apenas traria de volta algo muito mau e perigoso. Algo sombrio e assustador com
o reinício do seu grande reinado do mal!
- Mas se inseríssemos algo que
fizesse com que, o que torna alguém zombie, fosse o seu maior inimigo, ele iria
destruir os zombies, e depois autodestruir-se, e conseguiríamos fazer tudo
voltar ao normal! - exclamou Nikita.
- Mas onde arranjamos isso? - perguntou
Eve.
- Eu sei. O sítio onde eu trabalhava.
Uma base do exército ao lado da área 51. - disse Adam.
Nikita, Eve e Adam vão para junto dos
amigos à volta da fogueira.
- Então, já descobriram a cura? - perguntou
Maxim.
- Quase... Mas, amanhã, teremos que ir a
uma base do exército. - disse Eve, sorrindo.
Nova
York,18 de abril de 2023
- Já está! - disse Adam, pegando num
pequeno frasco tecnológico, com uma gosma amarela, enquanto os amigos
apontam as suas armas para as saídas.
- Vamos embora então. Este sítio dá-me arrepios!
- disse Ford tremendo por segundos.
Na saída, os amigos dispararam contra os
zombies. Entrando para os automóveis, Andrew é mordido por um zombie.
- Andrew! Não! - gritaram os amigos.
- Acham que ele vai sobreviver?! - perguntou
Maxim, deixando uma lágrima escorrer pelo rosto, enquanto a sua namorada Kelly
se apoiava no seu ombro.
- Sim, mas só temos meia hora! - disse
uma voz de mulher.
Os amigos olharam para trás e viram uma
mulher...
Continua...
Hugo Teixeira, n.º 11, 5º
C






Está é incrível.Muito criativo e adorei.
ResponderEliminarMuito Obrigado.
EliminarDo autor:
Hugo T. 5C
Super fixe o texto HUGO deves continuar
ResponderEliminarPedro Palricas
Obrigado Pedro. Estou ansioso por ver o teu.
EliminarDo autor:
Hugo
muito bons Victoria e Hugo , estao muito bons!!!
ResponderEliminarTito Lopes 5A
muitos parabéns Vitória e Hugo estão muito bons!!
ResponderEliminarLia Gonçalves 5A
Parabéns Bruna. Gostei Muito.
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