TEXTOS DOS ALUNOS DA ESCOLA DE ANSIÃO - texto narrativo



Uma Aventura nas Férias de Verão


Era uma vez uma menina muito bonita, de olhos cor do mel, cabelo liso e apanhado, castanho escuro, e boca pequena, encarnada; quando estava alegre, um sorriso enorme e brilhante como o sol, assomava no seu rosto de pele acetinada. Fazia uma trança com o seu belo cabelo, e usava flores naturais na primavera.
Certa tarde, dirigiu-se à praia, e viu um peixe a saltar, muito aflito, fora da água.
A menina, muito assustada, aproximou-se e ouviu:
- Põe-me no mar! – implorou, quase sufocado – Não consigo chegar lá!
Ele continuava saltando, saltando. A menina pegou-lhe e atirou-o para o mar. O peixe disse-lhe:
- Obrigado, quando precisares de alguma coisa, é só chamares por mim. - agradeceu.
A menina respondeu:
- Sim, eu farei isso, obrigado.
- Não tens de agradecer, tu ajudaste-me, agora mereces uma recompensa. - disse o peixe, confiante.
Nesse instante, ouviu a mãe chamá-la. Então, virou-se para o peixe e disse:
- Desculpa, eu tenho de me ir embora… A minha mãe está a chamar-me! Adeus! Amanhã, podemos encontrar-nos, aqui, outra vez.
- Sim, claro, então adeus! Até amanhã. - respondeu o peixe.
Quando chegou a casa, a menina foi tomar banho, depois foi comer, e à mesa, disse aos pais que tinha conhecido um amigo novo. Estes, como não sabiam que o amigo da filha era um peixe, perguntaram:
- Mas quem é? Já te dissemos para não falares com pessoas estranhas, não já?
- Sim, mas foi só um peixinho, que estava a saltar, aflito, na areia, e eu fui ajudá-lo e ficámos amigos. Amanhã, quando formos à praia, quero estar com ele.
- Mas filha, amanhã nós não vamos à praia, vamos à piscina. - respondeu a mãe, com uma voz suave e doce.
- Mas eu já tinha combinado tudo com ele… – disse a menina, quase a chorar.
Levantou-se da mesa, indisposta, porque tinha sido contrariada, e foi para o seu quarto escrever uma história sobre os seus sentimentos. No dia seguinte, o peixe ficou horas e horas à espera que a menina chegasse. Porém, a rapariga nunca mais chegava.
Esta história tem uma moral! Não devemos combinar nada com os outros, antes de falarmos com os nossos pais.
                                                                                                           Joana, n.º 13, 5.º C



A Árvore da Sorte


Era uma vez uma menina chamada Joana. Tinha quinze anos e, quando era pequena, perto dos cinco anos, o avô deu-lhe uma semente de um carvalho, e sussurrou-lhe ao ouvido:
- Esta semente, quando germinar, vai tornar-se numa árvore muito grande e bonita, que te vai dar muita sorte. Joana achou aquilo um disparate:
- Acreditas mesmo nisso, avô?
- Quando cresceres vais ver, quero que cuides muito bem dela. - disse ele.
E ela assim fez.
Anos mais tarde, o seu avô faleceu; ela tinha treze anos, e ficou destroçada com aquela notícia. A mãe de Joana não sabia que ela tinha uma árvore amiga, com quem conversava, então Joana disse-lhe:
- Mãe, acho que me esqueci do meu telemóvel, na floresta, quando fiz a minha caminhada diária, posso ir lá?
- Está bem, mas não demores.
- Ok, mãe, até já.
Todos os dias regava, cuidava e protegia a sua árvore, mas aquele foi um dia diferente, a árvore é que parecia estar a tomar conta dela, como se estivesse a protegê-la, mas teve de se ir embora...
Como sempre, tinha de se preparar para ir para a escola.
Quando chegou, estavam lá os rapazes de sempre a gozar com ela, pela sua maneira de ser, mas ela não ligava. Eles começaram a caminhar ao seu lado, até que um lhe passou uma rasteira.
Joana caiu, toda a gente se estava a rir dela, mas, de repente, calaram-se e o rapaz que gozava com ela, o Bruno, ajudou-a.
Ela ficou muito baralhada, por isso correu o mais rápido que pôde até à sala, pois queria pensar no que tinha acontecido.
É óbvio que, naquela altura, ela tinha uma aula, e durante a aula aconteceu algo maravilhoso, porque a professora ia dizer os resultados dos testes. Joana tirava boas notas, mas era muito má aluna a História. Pensou que ia tirar negativa, mas tirou uma nota bem alta, um 91% era muito bom!
Ela contou tudo à sua melhor amiga, que lhe disse:
- Foi só uma questão de sorte, não parece nada de especial.
- Eu acho que é algo mais... – disse Joana, a pensar porque seria tudo aquilo.
Quando acabaram as aulas, ela apercebeu-se de que tinha uma folha da sua árvore no bolso, e isso, de repente, fê-la lembrar do que o avô lhe dissera, há muito tempo, e refletiu. O seu avô tinha razão, a árvore dava mesmo sorte.
Ficou toda atrapalhada e foi diretamente ter com a árvore.
Quando chegou ficou de boca aberta a olhar para as raízes da árvore, porque elas formaram o nome do seu avô, que se chamava Rui. Percebeu que o avô queria, quando morresse, que ela tivesse uma boa recordação dele e que tivesse muita sorte também.
A vida de Joana melhorou muito. Começou a namorar com Bruno, a mãe dela superou a morte do pai e a partir daí ela teve sempre o avô ao seu lado a ajudá-la.
Raquel, 5.º B, n.º 15





O Canguru Matias

Olá! Eu sou o Matias. Sou um canguru. Hoje, dia 15 de setembro, é um dia muito especial para mim, porque faço 10 anos. Nós, na Austrália, fazemos grandes festas de aniversário.
Estou ansioso para que a minha festa comece, pois há algum tempo que não vejo: o coala Bernardo, a cacatua Joana, e o meu melhor amigo, o pelicano Fernando. Ninguém ouve os meus pensamentos, porque eu falo comigo mesmo.
Passadas algumas horas, já estavam todos na festa do Matias. Na mesa havia muitas variedades de ervas, folhas de arbustos e pequenas árvores.
No entanto, quando o canguru Matias estava a brincar com as velas do seu bolo de aniversário, saltou uma chama, e começou um incêndio.
Ficaram todos em pânico! O fogo começou imediatamente a expandir-se… O pequeno Matias sentia-se culpado.
- Se eu não tivesse brincando com o fogo, isto não teria acontecido… - lamentava-se.
- Por isso é que ninguém deveria brincar com o fogo. – disse a cacatua Joana.
- Olhem, vejam, está ali uma coisa com uma carapaça de tartaruga, uma fatiota vermelha, e uma cobra de água! – exclamou o Matias espantado.
- Aquilo não é uma carapaça de tartaruga! Aquilo é um chapéu… A fatiota vermelha é a roupa que eles usam… A cobra de água é uma mangueira, e eles não são coisas! São bombeiros! – explicou o coala Bernardo.
Algum tempo depois, o fogo estava apagado. Porém, o Matias tinha ficado ferido. Os veterinários decidiram levá-lo. Permaneceu cinco meses internado.
Quando regressou a casa estava tratado. Os pais e a irmã ficaram muito contentes. Já podia ir brincar com os seus amigos.
Certo dia, estavam a jogar futebol, quando a bola saiu do campo. O canguru Matias foi apanhá-la e viu uma bela fêmea canguru.
- Como te chamas? - perguntou o Matias.
- Chamo-me Lúcia. – respondeu ela.
E naquele momento começaram a namorar. Desde aquele dia em diante, foram uma família muito feliz. Tiveram três filhotes: a Maria, o João e o Manuel.
Leonor Coimbra, n.º 9, 5.º A

                              


Uma aventura na Ilha


Esta pequena história fala de cinco irmãos aventureiros: dois rapazes e três raparigas. A mais velha chamava-se Maria João, um dos rapazes chamava-se Mário, o irmão do meio chamava-se Tomás, a outra menina chamava-se Joana, e a irmã mais nova chamava-se Inês.
Preparavam-se para ir de férias, de barco, sem dizerem nada aos pais. O destino era uma ilha, bem longe, perto dos Estados Unidos. Porém, como o barco era velho, surgiu uma onda gigantesca e o barco partiu-se no meio do mar.
O problema era grande! A Inês e o Tomás não sabiam nadar! Mas, por sorte, os outros nadavam muito bem, conseguindo ajudá-los. E, assim, se salvaram! Mas não ganharam para o susto!
Quando chegaram à ilha, os irmãos aventureiros procuraram um pequeno hotel, mas só tinham dinheiro para uma semana, e sentiram-se aflitos… Nessa altura, caíram em si… O irmão mais velho, o Mário, tinha guardado o telemóvel numa capa, à prova de água, e ligou para o pai, que, depois de lhes ter ralhado e recomendado para não saírem daquele hotel, foi ter com eles, no primeiro avião.
O pai deles jogava o “Euromilhões”. No momento em que tinha ido verificar quem ganhara o jogo, anunciaram que tinha sido ele o vencedor!
O homem ficou radiante!
Antes, nem dinheiro havia para pagar o bilhete de regresso a casa… Os seus cinco filhos ficaram felizes, de tal maneira que a Inês gritou:
- Estamos ricos!
O seu pai disse:
- Não, filha, nós ainda não estamos ricos, porque o dinheiro ficou com a mãe! Ela é que está em Portugal!
A Maria João chamou o pai e exclamou:
- Pai, tu nem vais acreditar, a mãe chegou aqui para nos vir buscar! Recebi agora uma mensagem dela no telemóvel. Já vem a caminho do hotel!
- Boa! Mas, então, agora vamos para casa. Pode ser? – perguntou o pai.
- Sim, claro, pai! – responderam os filhos.
No dia seguinte foram para casa, e viveram sem nenhum problema financeiro, pois o pai teve muita sorte no jogo. Ah! E prometeram aos pais que nunca mais se meteriam noutra aventura daquelas!...  

Miguel, n.º 12, 5.º B



A História Do Homem Que Começou a 

Gostar Do Natal


Há muitos, muitos anos, um escritor escreveu uma história sobre um homem que começou a gostar do Natal.
Nesta história, existia um senhor, chamado António, que não tinha amigos e nunca sorria. Como não gostava nada do Natal, quis roubá-lo à sua cidade. Inventou um plano maléfico: na noite de 24 de dezembro, decidiu ir a casa de todas as pessoas da cidade. Até construiu um trenó e arranjou duas renas, indo depois roubar, às ruas, a decoração alusiva ao Natal e, as respetivas prendas, a casa dos habitantes.
Chegou à última casa, onde encontrou uma linda menina, chamada Beatriz, que fizera uma armadilha para apanhar o Pai Natal! Porém, em vez do Pai Natal, apanhou o António, que fingia ser o Pai Natal!
- Oh! Oh! Oh! - exclamou António.
- Por que é que puseste uma rede à volta da árvore de Natal? - perguntou Beatriz.
- Faltava entregar uma prenda… – desculpou-se o homem – depois vou pô-la no sítio outra vez!
- Está bem. - respondeu Beatriz.
- E, agora, volta para a cama. - ordenou.
Logo a seguir, Beatriz voltou para a cama, e António desapareceu.
No dia de Natal, as pessoas acordaram e observaram, admiradas, que não havia decorações de Natal. Tinham desaparecido… Ficaram a cismar no que teria acontecido na cidade!?
Quando Beatriz viu aquela tristeza enorme, disse à mãe que tinha sido a culpada. Esta perguntou-lhe porquê. Beatriz confessou que inventara uma armadilha para ver o Pai Natal chegar... A mãe respondeu-lhe que não podia ser culpa dela!
Quando António constatou que a cidade se fechara numa grande desolação, arrependeu-se. Procurou a menina Beatriz e, juntos, recolocaram as decorações nas ruas e repuseram as prendas em todas as casas. No fim, Beatriz convidou-o para o jantar de Natal.
A partir desse dia, António deixou de ser uma pessoa triste, passando a ser um homem feliz, sempre rodeado por amigos. Este dia passou a ser muito especial e importante para ele, que nunca mais deixou de o comemorar.
                                                                                                Dinis Dias Silva nº 8 5º C




Todos Juntos Vamos Lutar para o

 Coronavírus Acabar!


Numa manhã de março, uma menina chamada Soraia, acordou com muita energia para começar bem o dia, porque estava de quarentena, devido ao novo vírus, chamado Coronavírus ou Covid-19. A Soraia já tinha ouvido dizer coisas terríveis:
“Será que já não vai haver escola este ano? Será que muita gente irá falecer? Será que juntos conseguiremos ultrapassar isto?”
Contudo, Soraia era uma menina de pensamento positivo! E respeitava as normas aconselhadas, tais como:
-Lavar as mãos com sabão durante vinte segundos frequentemente.
-Não dar abraços nem beijos.
-Manter uma distância de segurança, entre as pessoas, mais ou menos de um metro.
Quando Soraia soube que havia três mortes em Portugal, ficou com medo, mas conseguiu superá-lo, porque ouviu com atenção as seguintes palavras:
“Se nós realizarmos as normas aconselhadas, o Coronavírus não nos vem visitar!”
Por este motivo, Soraia, com a ajuda dos pais, fez uma história para as pessoas não saírem de casa!
A Soraia espera que o vírus passe rápido!
Na sua narrativa, havia uma linha com estas duas frases:
“Portugal por todos e todos por Portugal! Vamos unir-nos todos e o Coronavírus irá acabar!”
E com estas palavras confiantes, vamos todos ter calma, e em breve voltaremos à nossa vida normal.
Laura Ferreira, 5º C




Uma Viagem de Mochila às Costas

Era uma vez uma menina chamada Sara, muito curiosa e aventureira. Certo dia, resolveu pegar na mochila e colocar lá dentro apenas os bens essenciais, roupa e calçado prático, artigos de higiene e alguns alimentos.
Dirigiu-se à estação de comboios mais próxima. Comprou um bilhete, no comboio mais rápido, para ir até França. O seu sonho, desde criança, era visitar a Disneyland, em Paris.
Chegou a Paris e, entre muito trânsito e confusão, conseguiu alcançar o parque. O parque dos seus sonhos… Na entrada, os seus olhos brilhavam de tanta felicidade, pois, finalmente, um dos seus sonhos de criança estava a acontecer.
Comprou o bilhete e entrou. O dia tão esperado chegara! Havia tantas diversões que, ao início, se sentiu muito baralhada. Nem sabia por onde começar, mas finalmente iniciou a sua aventura.
Em primeiro lugar, visitou o Pavilhão das Princesas, onde se podia tornar numa princesa. Escolheu a Bela Adormecida, pois era a sua favorita. De seguida, aproveitou todas as diversões que lá havia. Que dia tão intenso e cansativo!
Caiu a noite, foi para o hotel descansar. No dia seguinte, era o dia de ver os espetáculos no parque. Logo de manhã, levantou-se, bem cedinho, para ir ver os espetáculos… E que espetáculos! Tanta luz, tanta animação, tanta cor, tanta alegria! A Sara estava radiante. Feliz como nunca.
Esteve no parque cerca de uma semana, a aproveitar todas as animações. A sua aventura estava prestes a terminar, mas o seu coração estava cheio de felicidade. Finalmente, um sonho de criança, havia sido realizado!
Chegava o dia de regressar a casa. Pegou, novamente, na mochila e comprou o bilhete de regresso, no comboio mais rápido. Quando entrou em casa, sentia-se tao feliz, que nem sabia por onde começar a contar a aventura à irmã mais nova! Depois de lhe ter narrado tudo sobre a aventura fantástica, disse à irmã:
“Um dia vamos lá juntas!”
                                                         Camila Silva, nº 4, 5º B



   Um Tesouro Especial



Era uma vez um menino, que vivia com a sua mãe, numa cabana, na floresta. Certo dia, à tardinha, o rapaz foi passear o seu cão, pelo meio do bosque. Ao logo da caminhada, avistou uma criancinha, muito magra, vestindo roupas rotas e velhas, que parecia ser órfã e andar perdida. Resolveu segui-la. Viu-a entrar num castelo em ruínas e, ao entrar atrás dela, constatou que mexia nas paredes, como quem procurava alguma coisa.
- O que estás a fazer? – perguntou-lhe o menino.
- Estou à procura de um tesouro! - exclamou a criança.
- Posso ajudar? – inquiriu o rapaz, entusiasmado.
- Claro que podes! – respondeu a criancinha miserável.
E, assim, começaram a aventura. O cão também participava. Após virarem o castelo de pantanas, interiormente, decidiram procurar lá fora. Mexeram em todos os sítios, investigaram por todo o lado, até encontrarem uma passagem secreta. Ao entrarem nela, atravessaram-na e depararam-se com uma sala enorme e vazia. Numa das paredes, estava escrito um aviso, que dizia o seguinte:
“Quem chegou até aqui teve de ser esperto e astuto, por isso merece o meu tesouro, um tesouro especial, do rei D. Manuel”
Continuaram a procurar o tesouro, mas foi o cão que o encontrou, do outro lado da parede.
No regresso a casa, o menino perguntou à criança perdida se queria ir viver com ele. A criança aceitou e, ao chegarem a casa, contaram aquela aventura à mãe, e ofereceram-lhe o tesouro. A mãe utilizou-o para comprar uma casa, e os quatro viveram felizes para sempre.
Sebastião Ferreira, nº 17, 5º B




A Carolina e a sua Cadela

No dia 10 de maio, Carolina festejaria o seu aniversário, para o qual convidara muitos amigos. A mãe, para a distrair, disse-lhe que fosse buscar a trela da cadela e desse um passeio com ela. Passearam pelo parque, pela Zona de Lazer, entraram no café dos avós, e andaram por outros lugares.
Carolina foi, primeiro, à Zona de Lazer, onde deixou a cadela brincar à vontade, no belo campo verdejante, durante algum tempo. Colheu, aí, algumas flores, para levar aos avós, que visitaria. Seguiu até ao café. Pediu à avó uma água fresca, porque vinha cansada de tanto andar… E tinha uma sede tremenda!
- Avó, como tem corrido o teu dia? E o teu, avô? – perguntou.
- O nosso tem corrido bem. – responderam os avós – E o teu? Hoje é o teu aniversário! Logo há festa!
- O meu também! Sim, a festa é logo! Agora vim passear a cadela e lembrei-me de vos fazer uma visita. Trago-vos estas lindas flores, que apanhei, com muito carinho, na Zona de Lazer… - disse Carolina, entregando-as à avó.
         - Oh! Minha querida neta! Obrigada pelo lindo ramalhete que apanhaste! São lindas e cheirosas, estas flores… - respondeu a avó, muito feliz. 
- Então até logo! Tenho de me ir embora!... – exclamou Carolina.
Agradeceu aos avós, a água fresquinha, e dirigiu-se ao parque canino. Aí, viu os cães com os respetivos donos. A sua cadela foi brincar com eles, pois estavam num parque, e Carolina aproximou-se das senhoras que, ali, passeavam os seus caninos. Afinal, conheciam-se… Eram suas amigas. Conversaram durante algum tempo, enquanto os cães brincaram. Entretanto, as amigas foram embora, sem dizerem adeus a Carolina.
- Para onde foram todas? Que estranho!… - exclamou, indignada.
A mãe ligou-lhe a pedir que regressasse, porque estava a ficar tarde. Ela chamou a cadela, pôs-lhe a trela e foi para casa. Ao chegar viu muitos carros e desconfiou… Foi ver se já tinham chegado as amigas, que havia convidado, mas não estava lá ninguém. Porém, assim que entrou em casa, ouviu:
- Surpreeeeeesa… Carolina! – exclamaram em coro as amigas e a família.
- Eu deixei de vos ver, no parque! Pensei que tivessem ido para vossas casas… - disse Carolina, admirada.
- Não! Nós viemos para a tua festa de anos, e por isso é que não te dissemos nada! Porque era uma surpresa! – responderam as amigas.
Foram brincar, cantar os parabéns e bater na pinhata, que a mãe tinha feito. De noite, as amigas foram embora, mas desta vez despediram-se.
- Obrigada, por terem vindo à minha festa de anos… - agradeceu Carolina.
- Obrigada dizemos nós, por nos teres convidado! – responderam as amigas.
- Adeus! Até amanhã! - disse Carolina.
- Tchau e continuação de um grande dia de aniversário!
Enquanto Carolina vestia o pijama, cansada da sua festa de aniversário, a sua cadela olhava-a, orgulhosa, por ter o privilégio de a ter como sua dona e como melhor amiga.
Tito Lopes, nº 18, 5º A  
 



A Família que Enriqueceu


Era uma vez uma família que era pobre. O filho mais velho chamava-se Francisco, tinha dez anos, e a filha mais nova chamava-se Josefina, tinha seis anos.
O filho mais velho tinha ido dar uma volta de bicicleta, quando encontrou um menino da idade dele, muito rico. Perguntou-lhe:
- Como te chamas?
- Eu não falo com pessoas que cheiram mal e têm a roupa rasgada como tu…. Sabes?! – ripostou o menino rico.
- Um dia vais-te arrepender! – disse o menino, triste e choroso.
O Francisco ia para casa quando, no caminho, encontrou um palácio gigante e decidiu entrar. O rei e a rainha estavam a chorar porque, naquele dia, a sua filha que desaparecera, fazia nove anos.
O menino pobre perguntou-lhes o que tinha acontecido. O rei contou-lhe que a sua filha tinha desaparecido e, naquele mesmo dia, fazia nove anos. A quem a encontrasse, ele ofereceria três mil milhões de euros.
No dia seguinte, o menino encontrou a filha do rei. Estava fechada no alto de uma torre, cercada por heras. Resgatou-a e levou-a para o palácio sumptuoso. Porém, ao chegar, percebeu que o menino rico era filho do rei. Este cumpriu a sua promessa. Entregou o dinheiro prometido ao Francisco, que foi para casa, e assim a sua família viveu feliz para sempre.
O filho do rei arrependeu-se da forma como falou com o Francisco, pediu-lhe desculpa, e ainda hoje são grandes amigos.        

Dinis Simões, nº 5, 5º B
               


 O Cavaleiro Encantado

Era uma vez uma princesa chamada Juliana, que adorava passear pelas terras do pai. Apanhava flores e brincava com os animais. Tinha de dar uma volta, por lá, todos os dias.
Certo dia, lá foi ela toda contente, desta vez queria descobrir novos caminhos. Sendo muito inteligente, tinha um truque: por onde passava, deixava sempre pedrinhas brancas, para não se perder na volta.
Era a hora de almoço e ela ainda não tinha aparecido em casa. Os pais já estavam a estranhar e mandaram os guardas procurá-la. Eles assim fizeram, mas voltaram sem encontrar sinal da princesa.
Então foram os pais procurá-la. Como sabiam o truque da filha, viram logo que aquelas pedras brancas lhes indicariam o caminho. Então, seguiram-nas e, mais à frente, ouviram alguém gritar socorro. Assustados, aproximaram-se mais, vendo um grande incêndio!
O pai interrogou:
- Está alguém do outro lado deste fogo?
- Sim está! Sou eu! A tua filha! Ajuda-me por favor! - respondeu a princesa, muito alarmada.
- Vamos ajudar-te! Filha, tenta manter a calma… - disse o pai.
O rei pediu a alguns guardas que começassem a colocar terra em cima do fogo e, a outros, ordenou que fossem buscar carroças munidas com água.
Nada feito… Pois era um grande incêndio…
Uns minutos depois, passou naquele local um cavaleiro, montado num belo cavalo branco e lustroso. Escutando alguém a chorar, e ao ver que havia fogo, aproximou-se do rei e informou-se do que se passava. Ao ouvir os lamentos do rei e o choro da princesa, não aguentou mais. De imediato, tirou a roupa, ficando só em cuecas! Rompeu pelo meio das chamas e trouxe-a ao colo.
Quando apareceu com a princesa ao colo, os pais, os guardas e o resto das pessoas que estavam no local ficaram de boca aberta a olhar. Os guardas continuaram a tentar apagar o fogo e lá conseguiram, depois de muitas horas de trabalho árduo.
O rei recompensou o cavaleiro, oferecendo-lhe a filha em casamento e um terreno extenso, que seria para construir a casa de ambos.
O cavaleiro nunca pensou ser tão bem recompensado! Ele gostava da princesa a princesa gostava dele, por isso faziam um belo par! Mais tarde, quando a casa estava construída e já tinham filhos era uma alegria! E assim viveram juntos a sua vida toda.

                                                                                   Gabriel Fazenda, nº 9, 5º C




Uma História Complicada


Há muitos, muitos anos, num reino distante, existiu uma princesinha chamada Mariposa. Ela vivia muito infeliz, no seu castelo. A mãe tinha morrido e o pai, fingindo-se autoritário, queria que fosse ela a tomar as decisões do reino. Além disso, logo à nascença, escolhera com quem Mariposa iria casar. A princesinha já tinha conhecido esse rapaz, considerando-o muito cruel e ambicioso.
Todos os dias, a pequena princesa, estava horas e horas a olhar para o rio, angustiada, e a contar-lhe as suas tristezas.
Certo tarde, apareceu, naquele sítio, uma pobre menina chamada Marisol. Ela ia divertir-se a atirar pedras ao rio. Ao ver a princesa, reparou como ela estava triste. Foi ter com ela e apresentou-se:
- Olá! Eu sou a Marisol. E tu como te chamas?
- Olá! Sou a Mariposa. – retorquiu a princesa.
- Reparei que estavas triste. – afirmou a menina – O que é que se passa contigo?
- Olha… Acontece que o meu pai quer que eu me case… Mas com um rapaz de quem eu não gosto nada! Porque é cruel e ambicioso… Além disso, a minha mãe faleceu, e ele agora quer que seja eu a tomar as decisões do reino… - confessou a princesa, suspirando.
- Compreendo!... Mas… Não te preocupes com isso… Verás que, com calma, convences o teu pai a deixar-te escolher com quem desejas casar! E, em relação às decisões do reino, podes tomá-las de maneira a serem a teu favor! – aconselhou Marisol, sorridente.
- Acho que tens toda a razão! Obrigada pelo teu conselho! E… Mudando de assunto, pois este está encerrado, fala-me um pouco sobre ti! – pediu Mariposa.
- Vivo na aldeia com a minha família… Os meus pais estão desempregados… - lamentou-se a menina pobre.
Ficaram horas a fio a conversar. Todos os dias se encontravam ao pé do rio para conversarem um pouco, acabando por se tornar melhores amigas.
Uma das tardes, foram caminhar pelo bosque. Durante o passeio, a princesa mostrou um sítio especial à amiga. Era o local onde ela ia quando estava triste. Existiam fontes, cascatas, um pequeno rio e uma casinha construída numa árvore. Era lindíssimo aquele lugar. Sentaram-se à beira do rio. Enquanto ouviam o som da água a escorrer pelas cascatas abaixo, e a saltitar nas pedras do rio, surgiu um som esquisito… Puseram-se à escuta. Vinha da casinha na árvore. Andaram, lentamente, até lá. Entraram, mas não estava ninguém. Parecia uma autêntica casa de bonecas!
Pouco tempo depois apareceu uma fada. Mariposa e Marisol, assustadas, gritaram em coro:
- AAAhhhhh!
- Não se assustem! – exclamou a fada – Chamo-me Mélanie! Não vos quis assustar!
- Olá, Mélanie! Eu sou a princesa Mariposa e esta é a minha amiga Marisol.
Passaram alguns anos, e, durante esses anos, Mariposa convenceu o pai de que, o rapaz que ele tinha escolhido para com ela casar, era muito cruel e ambicioso.
Mariposa, Marisol e Mélanie formaram um reino de solidão e comunhão com a natureza: ajudavam os animais, plantavam e regavam as plantas, recolhiam o lixo e muito mais… Todos os aldeões podiam juntar-se àquele grupinho de comunhão com a natureza.
Certo dia, tudo mudou. Os encantos da natureza pareciam ter desaparecido. Surgia, no castelo, uma feiticeira terrível, com o objetivo de se apoderar do reino. As três amigais juntaram-se para a deter. Existiram muitos avanços e recuos nessa batalha!
A certo ponto, já cansada, a fada Mélanie lembrou-se que, no mundo das fadas, havia um pó mágico, perfeito para a derrotar e foi lá buscá-lo! Quando chegou, todas juntas, lançaram-no sobre a feiticeira. Esse pó, maravilhoso, transformou-a numa linda e simpática princesa. E a feiticeira, que passou a ser princesa, tornou-se também uma das melhores amigas. Ao longo das suas vidas, as quatro amigas desenvolveram imensos projetos de ajuda à Natureza.

Bruna, 5º C



O Assalto ao Banco


          Certa noite escura e chuvosa de inverno, um grupo de jovens estava a chegar à Filarmónica, onde ia ter aulas.
De repente, chegaram dois carros velozes, cinzentos e modernos, vindos na sua direção, e pararam à frente do grupo.
Chamaram-nos, de dentro de um carro, para lhes perguntar onde é que se situava o banco mais próximo. Depois da explicação dos jovens, os homens puxaram-nos para dentro do respetivo carro e dirigiram-se, a alta velocidade, ao Banco Municipal.
Quando chegaram ao banco, o grupo de jovens, ao ver o carro parar, não hesitou e saiu do carro apressadamente. No entanto, não estavam a compreender nada do que se estava a passar...
Curiosos e inocentes, deram uma espreitadela ao outro carro, que estava parado ao lado, e viram que os adultos tiravam pistolas de uma mala. De imediato perceberam que eram ladrões, e que os iriam usar para assaltar o banco!
Nesse momento, fugiram o mais rápido possível e ligaram à GNR. Os guardas vieram logo e conseguiram prender os ladrões.
Os jovens regressaram à Filarmónica, contando aos outros o que se tinha passado, muito satisfeitos com o destino dos ladrões, com o desenrolar da ação e, principalmente, por não lhes terem feito mal.
Nos dias de hoje, todo o cuidado é pouco!
Afonso Silva, nº 1, 5º C




O Golfinho Mágico

Era uma vez uma menina que se chamava Matilde. Ela tinha o sonho de nadar com golfinhos. Desde pequena, ela adorava-os. Observava-os no oceanário, nos desenhos animados e, até na escola, pensava neles. Matilde passava o tempo a sonhar com golfinhos. O quarto dela, em Ansião, parecia um mar, pois tinha um aquário desenhado na parede, com muitos peixes, de muitas espécies, e sobretudo golfinhos. E outra coisa muito importante. Matilde nascera nos Açores, na ilha do Faial, daí a sua atração por aqueles cetáceos amistosos.
Chegaram as férias de verão, os pais da menina resolveram visitar a família. Seriam quinze dias passados no Faial, em casa dos avós. Matilde andava feliz da vida. Até que chegou o dia da partida e foi uma grande alegria.
Matilde ia à praia com os pais todos os dias. Certo dia atravessaram o canal, no ferryboat, e foram à ilha do Pico. Estava um agosto maravilhoso, tranquilo e o vento era uma suave brisa encantadora. Matilde viu alguns golfinhos no mar. Saltavam e brincavam, davam cambalhotas, ela estava fascinada.
Na pequena praia pedregosa e negra, a bandeira estava verde e a água azul e brilhante, muito quentinha. A menina foi nadar no mar, numa piscina natural, onde havia imensos cardumes, mesmo à sua volta. Entretanto, viu qualquer coisa a saltar, lá de dentro, ao pé dela, na água. Era um corpo, escuro no dorso, e clarinho no ventre. Devia medir um metro… Tinha um bico fino… E mostrava uns dentes sorridentes fora de água!
- Será que és um golfinho? - perguntou a menina, curiosa e admirada.
Era mesmo! Tratava-se de um golfinho-bebé que se aproximara da costa. Vinha conversar com ela. Mostrando uns dentes afiados e pequenos, dos quais se envaidecia. Disse, com delicadeza:
- Olá!
- Olá golfinho, tu falas? – interrogou Matilde.
- Claro que sim! Estou aqui a falar contigo!
- Por que motivo é que tu falas? Os golfinhos são muito engraçados, divertidos, inteligentes, mas nunca vi nenhum a falar!
- Porque sou mágico! Vou-te mostrar… Anda! Vem daí comigo!
Foram os dois para debaixo de água.
O golfinho mágico soprou e fez uma bolha de ar para a menina respirar.
Depois do passeio, o golfinho ofereceu um búzio a Matilde e disse-lhe:
- Sempre que precisares, onde quer que estejas, toca para mim. Eu venho ter contigo à praia para conversarmos e vivermos outras aventuras como a de hoje! Virei assim que tu me chamares!
E cada um foi para a sua casa, com a promessa de voltarem a encontrar-se
Victoria, 5º A





                               Apocalipse 1


Nova York, 17 de abril de 2021. A doença “Coronavírus” ainda não foi resolvida. Não há cura! Porque as pessoas não respeitaram as regras do isolamento social, não ficaram dentro de casa, não houve higiene nem limpeza, e o pior aconteceu. Agora o mundo está cheio de medos, de mortos, e, em breve, de mortos-vivos!
Emmet, um cientista americano, entra no seu laboratório, interrogando o colega:
- Então, já encontraram uma cura para o vírus?
- Infelizmente não… Mas… descobrimos uma coisa incrível!
- O quê?
- Como reviver os mortos! Como dar-lhes vida! Estamos à tua espera para o testar!
- Então vamos! De que estamos à espera?!
Alguém coloca um corpo, sem vida, dentro de um tubo de vidro azul e prepara algo para lhe ser injetado. É um líquido verde.
- Vamos a isto! - disse Emmet.
O líquido verde foi injetado no corpo. Fecharam o tubo.
O corpo começa a tremer, ganhando um tom verde acinzentado. Depressa ganha vida e começa a bater desesperadamente no tubo. Ouvem-se gritos pela sala dentro. O terrível corpo parte o tubo, cheio de força, fulminando todos os que estavam na sala, tornando-os zombies.
Nova York, 17 de abril de 2023. Dois anos depois. Vê-se uma fogueira acesa, numa praia deserta. Estão seis pessoas à volta dela.
- Acham que somos os únicos seres humanos vivos? - diz um rapaz, que veste um casaco cinzento. Chama-se Maxim.
- Como assim? - pergunta uma rapariga de casaco amarelo, rasgado ligeiramente no ombro esquerdo, de nome Kelly.
- Que não se tornaram zombies... – respondeu-lhe Maxim.
- Tenho um pressentimento que não! Amanhã, vamos à cidade investigar. - disse um homem de colete preto e camisola azul, com barba longa, de nome Andrew.
No dia seguinte, já na cidade. Há mesmo zombies! Estão a arrastar-se por todo o lado. Ouvem-se tiros. Os seis amigos dispararam contra eles, porém ficaram sem munições. De repente, vinda do nada, aparece à frente deles uma granada, fazendo uma violenta explosão de sangue verde.
Os amigos viram-se para trás e reparam num homem e numa mulher…
Continua... (Talvez de uma forma menos violenta! Porque os finais felizes existem!)

Hugo, 5º C












Apocalipse 2: Os dois irmãos


                                                                 
Nova York, 17 de abril
         - Quem são vocês? - perguntou um homem negro, com fato de piloto de avião, chamado Ford.
- Eu sou o Adam e esta é Eve. - respondeu Adam, um homem com uma camisola com as mangas rasgadas.
- Pensávamos que éramos os últimos seres humanos, e quando vos vimos, ali, percebemos que tínhamos de vos salvar e depressa. -afirmou Eve, uma mulher de camisola branca rasgada na barriga e casaco castanho, com uma pequena mochila às costas.
- Certo. Importaste que faça uma pergunta? - questionou uma mulher com um colete laranja, calções azuis, chapéu laranja e óculos de atirador ao peito, chamada Misha, irmã de Maxim a Eve.
Eve abanou a cabeça, dizendo que sim.
- O que tens nessa mochila? - perguntou Misha.
- Nós temos juntado pesquisa, pois pretendemos descobrir uma cura para os zombies, mas... Não sei... Parece que há algo em falta!?...
- Tive uma ideia! - disse Nikita, uma rapariga de óculos, camisola branca e colete preto. - Mas vamos para o abrigo.
- É seguro levá-los para o nosso abrigo, Andrew? - perguntou Maxim.
- Sim. Vamos para os automóveis, antes que cheguem mais zombies. - respondeu Andrew.
Os nossos heróis entraram nos carros. Maxim e Kelly entraram num ferrari preto, Andrew, Ford, Misha e Nikita num jipe do exército e Adam e Eve numa carrinha azul.
No abrigo.
Nikita, Adam e Eve estão numa velha casa de madeira, enquanto os outros cinco estão à volta da fogueira, na praia deserta, ao lado da mesma casa.
- Hmmmm... Acho que encontrei alguma coisa! - gritou Nikita, contente.
- O quê? - perguntou Eve, curiosa, enquanto ela e o irmão se aproximaram.
         - Os zombies foram criados pela doença do coronavírus, o que significa que talvez, se conseguíssemos recriar a doença, os zombies fossem abaixo e voltassem a ser humanos! - afirmou Nikita, mostrando um sorriso na cara.
- Sim, talvez, mas se isso acontecesse apenas traria de volta algo muito mau e perigoso. Algo sombrio e assustador com o reinício do seu grande reinado do mal!
- Mas se inseríssemos algo que fizesse com que, o que torna alguém zombie, fosse o seu maior inimigo, ele iria destruir os zombies, e depois autodestruir-se, e conseguiríamos fazer tudo voltar ao normal! - exclamou Nikita.
- Mas onde arranjamos isso? - perguntou Eve.
- Eu sei. O sítio onde eu trabalhava. Uma base do exército ao lado da área 51. - disse Adam.
Nikita, Eve e Adam vão para junto dos amigos à volta da fogueira.
- Então, já descobriram a cura? - perguntou Maxim.
- Quase... Mas, amanhã, teremos que ir a uma base do exército. - disse Eve, sorrindo.
                                                                                      
Nova York,18 de abril de 2023
- Já está! - disse Adam, pegando num pequeno frasco tecnológico, com uma gosma amarela, enquanto os amigos apontam as suas armas para as saídas.
- Vamos embora então. Este sítio dá-me arrepios! - disse Ford tremendo por segundos.
Na saída, os amigos dispararam contra os zombies. Entrando para os automóveis, Andrew é mordido por um zombie.
- Andrew! Não! - gritaram os amigos.
- Acham que ele vai sobreviver?! - perguntou Maxim, deixando uma lágrima escorrer pelo rosto, enquanto a sua namorada Kelly se apoiava no seu ombro.
- Sim, mas só temos meia hora! - disse uma voz de mulher.
Os amigos olharam para trás e viram uma mulher...
                                                                                                         Continua...
                                                                                                                                                                                                   Hugo Teixeira, n.º 11, 5º C

                                    


7 comentários:

  1. Está é incrível.Muito criativo e adorei.

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  2. Super fixe o texto HUGO deves continuar
    Pedro Palricas

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    Respostas
    1. Obrigado Pedro. Estou ansioso por ver o teu.
      Do autor:
      Hugo

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  3. muito bons Victoria e Hugo , estao muito bons!!!
    Tito Lopes 5A

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  4. muitos parabéns Vitória e Hugo estão muito bons!!
    Lia Gonçalves 5A

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